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26 suspeitos de roubo a banco são mortos em Minas Gerais

26 suspeitos de roubo a banco são mortos em Minas Gerais
26 suspeitos de roubo a banco são mortos em Minas Gerais Foto: Divulgação Polícia de Minas Gerais

26 suspeitos de roubo a banco são mortos em Minas Gerais

Vinte e seis supostos integrantes de uma quadrilha especializada em assaltos a bancos foram mortos neste domingo, 31, em uma operação conjunta entra a Polícia Militar (PM) e a Polícia Rodoviária Estadual (PRF), na cidade de Varginha, no interior do estado de Minas Gerais.

Conforme a Polícia Militar, os suspeitos tinham uniformes, coletes balísticos, coturnos e roupas camufladas. Além disso, tinham carregadores já municiados e armamentos de todos os calibres, como fuzis, escopetas e também “miguelitos”, usados para furar pneus de viaturas.

A operação, em conjunto com a Polícia Militar (PM), ocorreu no município de Varginha, quando as forças de segurança invadiram duas chácaras onde “membros de uma organização criminosa especializada em assaltos a bancos e caixas eletrônicos” preparavam o assalto a várias sucursais do município.

Em uma das chácaras, o confronto a tiros com a polícia deixou “18 mortos” e vários outros morreram na abordagem da segunda chácara, informou a fonte da PRF, acrescentando que não houve vítimas entre as forças de segurança.

Durante a operação, uma grande quantidade de armas (fuzis, granadas, munições…), coletes à prova de balas e vários veículos roubados foram apreendidos.

De acordo com a PRF, essas gangues usam veículos roubados (que geralmente são incendiados) para bloquear as ruas após assaltos a bancos e dificultar a perseguição policial.

O Brasil registrou nos últimos anos diversos roubos com modalidade semelhante ao dessa ação frustrada: alto grau de planejamento, armamento pesado e praticado em cidades de médio porte para garantir rota de fuga e saques significativos nos cofres dos bancos.

Em agosto, uma gangue espalhou o terror nas ruas do centro de Araçatuba, no interior do estado de São Paulo, em uma ação que resultou em três mortes, nas quais usaram drones, explosivos e reféns como escudos humanos em sua fuga.

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