Auxílio Brasil deve beneficiar 17 milhões de brasileiros, diz Ministro

Auxílio Brasil deve beneficiar 17 milhões de brasileiros, diz Ministro
Auxílio Brasil deve beneficiar 17 milhões de brasileiros, diz Ministro

Auxílio Brasil deve beneficiar 17 milhões de brasileiros, diz Ministro

Segundo o ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista no último domingo, 17, o Auxílio Brasil deve beneficiar cerca de 17 milhões de pessoas com R$ 300 mensais.

De acordo com o ministro, o novo programa vai interligar ferramentas do Estado e integrar políticas públicas para a população de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade.

Segundo ele, o principal diferencial do Auxílio Brasil é oferecer não apenas proteção social, mas também a possibilidade de transformação social que se dará por meio da capacitação para acesso ao mercado de trabalho. Roma diz que, para isso, contará com o apoio do Sistema S.

O programa também trará mecanismos para proteção da primeira infância e de segurança alimentar com o aperfeiçoamento de iniciativas já existentes como o Criança Feliz e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Com o objetivo de estimular as pessoas a buscarem novos caminhos sem medo de perder o benefício, está sendo viabilizado, segundo Roma, uma regra de permanência em que a pessoa, mesmo conquistando um emprego, por exemplo, possa permanecer por até dois anos sem perder o auxílio.

A ideia é que o valor possa ser reajustado, passando dos atuais R$ 190 para cerca de R$ 300. O auxílio, que hoje comtempla cerca de 14 milhões de famílias, deve passar a atender 17 milhões.

O ministro falou também sobre outros programas da pasta como o Brasil Fraterno, que combate a insegurança alimentar e nutricional, e o Bolsa Atleta, auxílio essencial para cerca de 7 mil atletas brasileiros.

Embora exista muitas especulações sobre o Auxílio Brasil que substituirá o Bolsa família, vale ressaltar que a fonte dos recursos ainda não foi definida. O Congresso ainda discute duas possíveis formas de financiamento: a PEC dos Precatórios, que pretende liberar parcela de recursos dentro do teto para bancar o gasto maior, e a Reforma do Imposto de Renda (IR).

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